Os acusados guardavam 5,8 quilos de maconha seca e 1,2 quilo de maconha líquida, além de comprimidos que continham MDMA
Kariya, Japão – A Polícia da Província de Aichi prendeu três homens sob suspeita de posse de drogas com fins lucrativos, após encontrar entorpecentes avaliados em cerca de 100 milhões de ienes em um apartamento na cidade de Kariya. As prisões foram anunciadas na quarta-feira (7), informou a agência Jiji Press.
De acordo com a polícia, foram presos os japoneses Masaki Yamamoto, de 24 anos, desempregado e sem endereço fixo, e Yuta Nonaka, de 26 anos, morador da cidade de Chiryu, em Aichi, além do brasileiro Eduardo Kiyoshi Ishii da Silva, de 26 anos, desempregado e sem endereço fixo.
Segundo a investigação, os três são suspeitos de terem guardado drogas com finalidade comercial em um apartamento de Kariya no dia 29 de agosto do ano passado, em violação à Lei de Controle de Narcóticos.
No local, os policiais apreenderam aproximadamente 5,8 quilos de maconha seca e cerca de 1,2 quilo de maconha líquida, além de comprimidos que continham MDMA, entre outras substâncias. O valor estimado das drogas chega a aproximadamente 100 milhões de ienes.
Três brasileiros presos por posse de maconha
Em outro caso separado, três brasileiros — um homem e duas mulheres — foram presos sob suspeita de posse de maconha com fins comerciais, entre outras violações à Lei de Controle de Estimulantes, informou a emissora Shizuoka Asahi TV.
Segundo a polícia, o brasileiro mora em Oizumi, na província de Gunma, tem 34 anos e está desempregado. As idades e ocupações das duas mulheres não foram divulgadas pela TV.
De acordo com as investigações, em novembro de 2025, o grupo teria mantido em casa cerca de 9 gramas de maconha com objetivo de venda, além de outras infrações previstas na legislação antidrogas.
No total, os três suspeitos possuíam aproximadamente 286 gramas de maconha, cujo valor estimado no mercado ilegal é de cerca de 1,43 milhão de ienes.
A polícia não informou se os detidos admitiram ou negaram as acusações, e as investigações seguem em andamento.
