Autoridades de Hong Kong investigam se violações de segurança provocaram incêndio fatal em conjunto de arranha-céus

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Autoridades de Hong Kong estão investigando se houve alguma violação na gestão da segurança e em obras, após um incêndio em um complexo de arranha-céus ter provocado a morte de mais de 120 pessoas.

As autoridades prenderam na sexta-feira mais oito pessoas em conexão com o incêndio, incluindo subempreiteiros e diretores de uma empresa de consultoria de engenharia.

O incêndio eclodiu na quarta-feira, envolvendo sete dos oito blocos de apartamentos no local em Tai Po, distrito no norte do território. Cada um dos edifícios tem mais de 30 andares.

Foram confirmadas 128 pessoas mortas e cerca de 200 pessoas permanecem desaparecidas. Na sexta-feira, o fogo já estava praticamente contido. Prosseguem as operações de busca por desaparecidos.

Autoridades informaram em uma coletiva para a imprensa na sexta-feira que os bombeiros descobriram que alarmes no complexo não soaram quando testados. Segundo as autoridades, placas de espuma inflamável usadas em um projeto de reparo no complexo podem ter ajudado a espalhar as chamas.

Na quinta-feira, a polícia prendeu, sob suspeita de homicídio culposo, três pessoas da construtora que supervisionava o projeto de reparo. A polícia informou que o fogo se espalhou em razão de grave negligência por parte dos líderes da empresa.

Fonte: NHK

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